No Vulnadversary_emulation

Descubra as falhas antes que outros descubram por você.

Auditoria de segurança ofensiva para web, APIs e sistemas críticos. Mesma metodologia, mesmo arsenal e mesma profundidade dos pesquisadores que vencem programas de bug bounty internacionais.

  • 54
    Classes de vulnerabilidade
    ↗ além do OWASP Top 10
  • 45+
    Ferramentas proprietárias
    › arsenal interno próprio
  • 6
    Quality gates
    ✓ pré-entrega obrigatórios
  • <24h
    Tempo de resposta
    ◎ diagnóstico inicial
//OAuth Account Takeover//IDOR / BOLA//SSRF + Cloud Metadata//JWT Algorithm Confusion//SAML XSW//GraphQL BOPLA//Race Condition (H2)//Cache Poisoning//Webhook Replay//Prototype Pollution//Deserialization RCE//Business Logic Bypass//OAuth Account Takeover//IDOR / BOLA//SSRF + Cloud Metadata//JWT Algorithm Confusion//SAML XSW//GraphQL BOPLA//Race Condition (H2)//Cache Poisoning//Webhook Replay//Prototype Pollution//Deserialization RCE//Business Logic Bypass

//Metodologia validada em programas internacionais

  • Bugcrowd
  • HackerOne
  • Intigriti
O risco

O risco que ninguém quer ver — até que vira manchete.

Cada semana, uma empresa brasileira aparece no jornal por vazamento, multa de LGPD ou ransomware. A pergunta não é se vão tentar atacar você. É quando.

  • Vazamento de dados de clientes

    Um único endpoint exposto pode entregar todo o seu banco. A maioria dos vazamentos não vem de hackers russos — vem de IDORs e tokens mal validados.

  • Multa de LGPD

    Até 2% do faturamento ou R$ 50 milhões por incidente. E você precisa provar que tomou medidas razoáveis de segurança. Pentest documentado é uma dessas medidas.

  • Ransomware e indisponibilidade

    Um SSRF + uma credencial de cloud exposta = sua infraestrutura inteira refém. Tempo médio de downtime: 21 dias.

  • Perda de confiança e churn

    78% dos clientes brasileiros abandonam uma marca após incidente de segurança publicado. Recuperar essa reputação custa mais que qualquer pentest.

Serviços

Três frentes. Uma metodologia.

Pensamos como atacantes reais para que você nunca precise reagir como vítima.

Pentest pontual

Simulação de ataque controlada e profunda em uma janela definida (1 a 4 semanas). Cobertura full-stack: aplicação web, APIs, autenticação, sessões, integrações, lógica de negócio.

Para lançamentos, due diligence, conformidade, pré-auditoria de cliente enterprise.

Auditoria de segurança

Revisão estruturada com acesso ao código (whitebox) ou sem (blackbox). Identifica falhas de design, controles ausentes, configurações inseguras, dívida de segurança acumulada.

Para evolução de plataforma, troca de tech stack, M&A, preparação para SOC2/ISO.

Monitoramento contínuo

Vigilância recorrente sobre superfície de ataque, novos endpoints, dependências, vazamentos públicos (GitHub, pastebin, dark web). Alertas em tempo real.

Para SaaS em crescimento, fintechs, e-commerces de alto volume.

Metodologia No Vuln

O que torna nossa abordagem diferente.

A maioria das auditorias roda Nessus, gera PDF e cobra caro. Nós construímos algo diferente.

01 / 03
Classes de vulnerabilidade
0

OWASP Top 10 cobre cerca de 10. Nosso framework mapeia 54 — incluindo SSRF chains, OAuth state, BOPLA, race conditions H2, SAML XSW, cache poisoning e webhook forgery.

02 / 03
Ferramentas proprietárias
0+

Ferramentas desenvolvidas internamente: Auth Matrix, Race Engine, OAuth State Fuzzer, SAML Attacker, GraphQL Probe, State Machine Attacker, Webhook Forge — e mais 38.

03 / 03
Quality Gates
0

Antes de qualquer entrega: devil's advocate, blind spot audit, chain matrix, re-análise, exploração persistente e pattern matching cross-target.

A Metodologia No Vuln é nossa abordagem proprietária de adversary emulation. Em vez de rodar um scanner e gerar um PDF que ninguém lê, atacamos seu sistema do mesmo jeito que pesquisadores de elite atacam empresas em programas de bug bounty internacionais — buscando premissas erradas do desenvolvedor, não apenas inputs sem sanitização.

Em etapas específicas usamos modelos de IA de fronteira como aceleradores. Toda hipótese é validada manualmente por um pesquisador antes de virar um achado. IA acelera. Pessoa decide.

Falar com um pesquisador
Como funciona

Cinco fases. Zero achismo.

Da primeira call à entrega final, cada etapa é documentada, reproduzível e auditável.

  1. Pre-flight

    ≈ 1 dia

    Reconhecimento passivo, mapeamento de superfície, análise de código aberto (JS bundles, GitHub público, SDKs).

  2. Modeling

    1–2 dias

    Captura de tráfego HAR, mapeamento de fluxos de autenticação, walkthrough da lógica de negócio com seu time.

  3. Hypothesis Generation

    ≈ 1 dia

    Geração de 20–40 hipóteses de ataque ranqueadas por probabilidade de impacto. IA propõe, pesquisador prioriza.

  4. Exploitation

    5–15 dias

    Execução das hipóteses com nosso arsenal proprietário. Exploração controlada, com PoC reproduzível e zero impacto em produção.

  5. Quality Gate + Entrega

    2–3 dias

    Cada achado passa por 6 gates de validação. Relatório executivo + técnico + sessão de readout. Re-test incluso após correção.

Cobertura

Cobertura completa. Profundidade real.

Não importa se é monolito ou microserviço, REST ou GraphQL, mobile-first ou B2B legacy.

  • Aplicações web

    Frontend e backend.

    • XSS armazenado/refletido/DOM
    • CSRF, SSRF
    • Deserialização insegura
    • Prototype pollution
    • Parsers diferenciais
  • APIs (REST, GraphQL, gRPC)

    OWASP API Top 10.

    • BOLA, BFLA, BOPLA
    • Mass assignment
    • Rate limit bypass
    • GraphQL introspection
    • Batch attacks
  • Autenticação e Sessão

    Onde mora 40% dos bugs P1.

    • OAuth/OIDC flows
    • SAML XSW
    • JWT (alg, kid, JKU/X5U SSRF)
    • Session fixation
    • MFA bypass / ATO chains
  • Integrações e Webhooks

    Confiar em parceiro é assumir o risco dele.

    • SSRF via webhook
    • Replay e signature bypass
    • Race conditions em callbacks
    • Supply chain de SDK
  • Mobile (iOS, Android)

    App + tráfego + storage.

    • Reverse engineering
    • Cert pinning bypass
    • Hardcoded secrets
    • Deeplink hijacking
    • IPC abuse
  • Infraestrutura e Cloud

    AWS, GCP, Azure.

    • Misconfig IAM
    • Buckets expostos
    • Metadata SSRF
    • Kubernetes pivot
    • CI/CD pipeline abuse
Diferenciais

Por que empresas escolhem o No Vuln.

  • Metodologia proprietária

    Não usamos checklist genérica. Abordagem construída em centenas de horas de pesquisa em programas de bug bounty internacionais.

  • Ataque realista

    Simulamos exatamente o que um atacante avançado faria — incluindo chains de exploração que scanners nunca encontram.

  • Relatórios acionáveis

    PoC reproduzível, severidade calibrada (CVSS 4.0 + impacto de negócio) e plano de remediação claro.

  • Re-test incluído

    Corrigiu? Validamos a correção sem custo adicional. Outras consultorias cobram à parte.

  • Suporte direto com pesquisador

    Sem camada de gerente de conta. Você fala diretamente com quem encontrou o bug.

  • Sigilo total

    NDA padrão antes de qualquer conversa técnica. Dados do escopo permanecem em ambiente isolado.

Prova

Resultados que falam por si.

Em desenvolvimento — primeiros cases serão divulgados em 2026. Por enquanto, mostramos o que nossa metodologia detecta em simulações.

12

Tipos de bugs P1 reproduzidos em laboratório

45+

Ferramentas proprietárias no arsenal

100%

Achados acompanham PoC reproduzível

<24h

Resposta para diagnóstico inicial

Vulnerabilidades reproduzidas em ambiente de laboratório

  • OAuth Account Takeover
  • IDOR / BOLA
  • SSRF + Cloud Metadata
  • JWT Algorithm Confusion
  • SAML XSW
  • GraphQL BOPLA
  • Race Condition (H2)
  • Cache Poisoning
  • Webhook Replay
  • Prototype Pollution
  • Deserialization RCE
  • Business Logic Bypass
Relatório

O relatório que você recebe.

Não é PDF de 200 páginas que ninguém lê. São dois documentos, cada um para quem precisa.

Para quem decide

Relatório Executivo

  • Resumo de risco em 1 página
  • Severidade calibrada por impacto de negócio (não só CVSS)
  • Recomendações priorizadas
  • Comparativo antes/depois
  • Pronto para apresentar a board, investidores e auditores
Para quem corrige

Relatório Técnico

  • Cada achado com descrição clara
  • PoC reproduzível (curl, requests, screenshots, vídeo)
  • Análise de impacto técnico
  • Plano de correção com snippets de código
  • Referências (CWE, OWASP, CVE)
  • Re-test documentado após correção
Atendimento direto

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FAQ

Perguntas frequentes.

  • Não. Trabalhamos com exploração controlada, sempre alinhada ao escopo. Testes destrutivos só ocorrem em ambiente de homologação ou janela de manutenção combinada. Em produção, validamos cada bug com PoC mínima — sem payloads que causem indisponibilidade.

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